Mostrando postagens com marcador Presidente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Presidente. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de agosto de 2014

"Não tenha pressa, vamos chegar", disse-me Eduardo Campos.

O evento estava tomado por uma multidão de prefeitos de todo o país. Eduardo, que chegara separado de Marina, chegou pela entrada principal. O local era confuso, e as entradas de garagem mais ainda.
Eduardo Campos: "Não tenha pressa"

Alguém havia me avisado de sua chegada. Responsável pela condução de autoridades, corri ao seu encontro. Acostumado a essas situações, para que não perdesse a participação no debate que estava prestes a começar, disse a ele: "Vem comigo, governador".

Em meio a seguranças e jornalistas, atalhamos por dentro da plateia que, acomodada esperando o início de sua fala, ficou eufórica ao vê-lo entre cadeiras, flashs e selfies.

Para facilitar o deslocamento, já que eu o guiava e Eduardo não conhecia o local, ele segurou em meu braço enquanto o puxava salão a dentro.

Nisso, alguém saca o celular para uma foto, bate-se em mim e o celular cai. Eduardo para, abaixa-se, pega o celular,olha-me, com o verde ofuscante dos olhos e o sorriso característico, e diz: "Não tenha pressa, vamos chegar". Enquanto entregava o aparelho a seu dono, que completava a frase "... e vamos ganhar a eleição".

- Presidente, uma foto, por favor. Disse. Eduardo, muito simpático e solicitou, parou, fez a foto, e seguiu comigo até onde era aguardado.

Deixou-me uma lição.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Que bonito! "Atos da presidente custaram R$ 437 mil" (via @zerohora)



Ora, elegeu-se por um partido, deve fazer campanha para este partido.

NAS ELEIÇÕES
Atos da presidente custaram R$ 437 mil
Mas um presidente é uma instituição. Instituições não devem fazer campanha.


Os gastos da presidente Dilma Rousseff ao participar de eventos eleitorais totalizaram R$ 436,9 mil, informou ontem a Secretaria-Geral da Presidência da República. Segundo o governo, os pagamentos já foram quitados pelo PT, conforme previsto em instrução normativa publicada em julho no Diário Oficial. Dilma, que pretendia ficar “quietinha”, foi convencida pelo ex-presidente Lula a subir nos palanques de candidaturas prioritárias e enfrentar a oposição.

segunda-feira, 29 de março de 2010