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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Um desabafo. Uma carta a @Silva_Marina e um pouco sobre Eduardo e @BetoAlbuquerque



Uma carta a Marina.Um pouco sobre Eduardo e Beto Albuquerque

Sou daqueles que acreditam que a política tem um propósito em si: o de transformar
.
E, mesmo que Eduardo Campos ainda estivesse em terceiro nas pesquisas, acreditava nele. Primeiramente porque me devolveu a esperança que outros roubaram.

Depois, porque era um cara novo, moderno, com uma visão de mundo diferente. E, mesmo nascido na velha política, que ele tanto criticava, era um rebelde que pregava a nova política. Um novo jeito de fazer as coisas.

Quando se viu de punhos erguidos, lutando contra moinhos gigantes, veio Marina Silva e cerrou punhos com ele. E lá estavam os dois, engatilhados para agitar a vida política nacional com novas propostas e ideias.


Agora, ele se foi. E antes de tentar encontrar motivos para que ele tivesse tido um filho com síndrome de down, perdido a inspiração de Suassuna e morrido no dia da morte do avô, logo após o dia dos pais e dia em que completou 49 anos, é preciso enxugar as lágrimas.

Então Marina, procure manter a cabeça erguida e os pés no caminho, pois ainda penso que é possível mudar o Brasil.

É neste momento que a coragem pra isso está sendo posta em prova.

Siga os passos de Eduardo, que dizia que iria "juntar os bons e melhorar o país". Cerque-se dos bons. Faça as coisas pelo bem das pessoas, do nosso povo e do ressurgimento da boa polítca, de cara limpa.

Falo tudo isso para que observe antes de agir, respire antes de falar e estenda a mão a quem pode ajudar a promover a renovação.

Nunca esquecerei o elogio que Campos deu a Beto Albuquerque "O Beto é meu precipício". Mas pra você, Marina, ele pode ser uma alavanca, um motor e a energia para as horas em que as forças faltarem.

Espero que vejam um nos olhos do outro, o quanto é imensa a responsabilidade que a perda da vida de um líder tem na construção de novos líderes.

Me chamo Clei Moraes e não vou desistir do Brasil

sábado, 24 de maio de 2014

RS: Análise sobre o Cenário 2014 – Senador #Eleições 2014

Tomando por base as duas últimas pesquisas realizadas pelo IBOPE, o quadro está ZERADO. Sem definição dos partidos, havia uma variável muito grande sobre quem são os candidatos ao Senado, Rigotto, Maria do Rosário, Pedro Simon, Pimenta, Bonow, Fogaça e Ibsen já fizeram parte das pesquisas.
Lasier Martins: dúvida quando a consolidação de
sua vantagem nas pesquisas
Mesmo hoje, ainda não há definição de todos os candidatos, como na majoritária de Ana Amélia, que não deve apresentar candidato competitivo.
Ou seja, sem a definição dos candidatos, a possibilidade de erro na pesquisa é muito alta, tanto a possível vantagem de Lasier, quanto o não-voto, são meras especulações de um quadro totalmente diferente do atual.

Estimulada

Nos cenários em que Beto Albuquerque é candidato, aparecem Rigotto, Maria do Rosário, Simon e Paulo Pimenta.
Quando Lasier passa a fazer parte da pesquisa, ainda consta o nome de Bonow e de Fogaça ou Ibsen em outras duas simulações.

Espontânea


Aqui, o que chama a atenção é que de setembro/13 a março/14, o número de eleitores que não sabe em quem votar passa de 69 a 75 e, dos principais candidatos, todos estão empatados na margem de erro. Lasier tem 5, Beto 1 e Emilia 1.

Fator Olívio

Emília (em pé, de vermelho) terá uma "cabo eleitoral de luxo":
Dep. Manuela (ao microfone)
Foi derrotado por Yeda em 2006 com apenas 2% a mais que seu candidato ao Senado, Rosseto. Ambos viraram ministros de Lula, e Olívio caiu no ostracismo. A possibilidade de sua candidatura ao Senado tem mais a ver com a fragilidade de Emilia (que abriu mão) que com a fortaleza de Olívio. Lembrando que os aplauso em torno se seu nome vem apenas em ambientes petistas.
Por outro lado, Emilia Fernandes aparece com cerca de 12% no cenário, faixa que Abgail obteve em 2010 quando havia duas vagas na disputa. Ou seja, a perspectiva atual é quase o dobro da época, com apoio do PT, tende a crescer, ainda mais com Olívio.

Fator Surpresa

Beto (de cinza, ao fundo), fechou com o PMDB de Sartori
O nome de Olívio só veio a aparecer com a confirmação da pré-candidatura de Beto Albuquerque ao Senado. O que causa estranheza. Com apoio a Emilia, ela deve beirar os 30%, índice “duro” do PT e faixa que elege os senadores do RS, caso de Simon em 2006 e Paim em 2010.
Lasier também é surpresa, a tendência é cair a medida em que a campanha iniciar pra valer e as fragilidades da experiência política e estrutura partidária faltarem. Com mesma origem, cabe lembrar que Lasier e seu partido são diferentes de Ana Amélia e o PP.
Além disso, Beto e Emilia terão mais tempo na TV.

Será uma boa eleição para o Senado no RS.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Será @pmdbrs, será @rigotto? #artigo: Bye, bye, Simon?

Para quem escreve ou tem apreço pelas palavras, há sempre aquelas de “estimação”. É fácil perceber isso nos discursos dos políticos. Pelos pampas, “afogadilho” é uma delas. Para mim, a palavra magnânimo.
Quero crer que a saída de cena de Simon tenha sida magnânima. Mais que um ato de estratagemas políticas, pode ter significado uma inflexão da própria vida. Seja em favor do filho, que seguirá sua carreira, seja pelas necessidades de renovação que a política exige.
Há a possibilidade do fato ter origem nos questionamentos gerados após as declarações de que deixaria a política, em entrevista exclusiva a um canal de televisão. Ou por lembrar de seu declarado franciscanismo. Só ele sabe.
O que ocorre - e que não pode ficar absorto na discussão sobre usufruto (legal, cabe dizer) das benesses do Senado Federal - é que Simon faz parte da história política brasileira.
No Rio Grande do Sul, ele foi protagonista de inúmeros fatos marcantes na política. São cerca de cinquenta anos com mandato e “outros tantos” politicando. Simon nasceu político.
Se continuasse no cargo, talvez encerrasse a carreira com 93 anos de idade, após mais um mandato. É muito tempo, mesmo para senadores.
Ao deixar sua cadeira (e é difícil crer que, no RS, nem mesmo o mais jovem dos eleitores não saiba quem é Pedro Simon), abre-se uma oportunidade de renovação, tão desejada pelos manifestantes das ruas e das redes sociais.
Assim, pela peculiaridade da eleição a senador, que alterna o número de vagas disponíveis, neste ano, há apenas uma em disputa. Em 2018, outras duas.
Vale lembrar que a eleição é majoritária e elege-se quem receber mais votos.  Não há segundo turno e a idade mínima para habilitar-se é de 35 anos.
Por enquanto, Beto Albuquerque (51), Emília Fernandes (63), Germano Rigotto (64)  e Lasier Martins (71) são os prováveis pré-candidatos e já pontuam nas pesquisas. Mas a situação sobre quem estará ao lado de Sartori tem outros componentes.
O PMDB de Pedro Simon, Rigotto e Sartori faz parte do governo Dilma. Uma aproximação com o PT no Estado é historicamente inviável. Simon é próximo de Marina, a pregadora da nova política ao lado de Eduardo Campos, a quem Sartori já declarou preferência.
Se avizinha uma boa disputa ao Senado para os gaúchos. Se forem confirmados candidatos, Lasier Martins é a novidade vinda dos meios de comunicação, e Beto Albuquerque, até agora, só foi deputado estadual e federal. Rigotto foi deputado e governador e Emília deputada e senadora.

Então, para honrar a história de Pedro Simon, ao ser definido o candidato, seria possível uma transição na representação dos gaúchos e ele vir a compor como suplente? Quem sabe?

sexta-feira, 17 de maio de 2013

#Artigo: "Uma MP e um espectador"


Nos últimos dias (e horas da madrugada), assisti ao verdadeiro descerrar do funcionamento da Câmara dos Deputados. Na votação da Medida Provisória 595, a MP dos Portos, armou-se um picadeiro que foi da leviandade ao êxito na aprovação da matéria, com cobertura ao vivo da TV Câmara e demais meios de comunicação.
Na primeira tentativa de votação, ocorrida na semana anterior, os trabalhos foram paralisados após um deputado provocar a ira dos demais. Vi ele batizar a medida de “MP dos Porcos”. Em resposta, foi intimado a “ser homem” e provar as afirmações que fizera: a de existência do chamado “caixinha”. Bastou para que todo o trâmite fosse tratado sobre suspeição, palavra corrente durante os pronunciamentos em plenário.
Tensas, as votações foram cercadas por atos sem explicação. Houve deputado arrastado para fora do plenário, encaminhamento de quebra de sigilo, manifestações nas galerias e pedidos de desculpas de todos os lados. Testemunhei ao decoro e à excelência, que deveriam servir de exemplos e bem representar aos eleitores, serem esquecidos e postos de lado.
Porém, o verdadeiro exemplo que ficou foi da inaptidão do governo. Acostumado à técnica de negociação russa (de não ceder na mesa de negociações), observei ao Planalto sofrer reveses ainda na relatoria. E apesar da ampla base o vi ameaçado, inclusive com a falta de quorum (líderes orientaram seus pares a não dar presença em comissões). Desesperado em razão do prazo, constatei pela mídia a afirmações de tentativa de suborno de deputados com o empenho de emendas parlamentares. Uma vergonha.
Cabe aqui um parêntese: é corriqueira a barganha do governo, que flerta com a liberação ou não de emendas parlamentares durante votações importantes, numa tentativa de “dobrar” até integrantes da oposição que caminham sobre o muro. Para combater a artimanha, deputados tentam aprovar o “empenho automático” de suas indicações, através do chamado orçamento impositivo. Até lá, a moeda de troca continua.
Esse foi, também, argumento usado na tribuna, e tentativas de CPI dos Portos devem pipocar em breve. Cabem as perguntas: diante do circo pegando fogo, onde andava a presidente? Omissa, comemorava os dez anos de governo de seu partido. Ora, mas o que é mais importante? O progresso do Brasil e sua infraestrutura ou um ato político pró-eleições 2014?
Mas vi algo ficar de positivo: o esforço dos deputados que trabalharam durante a madrugada. A destacada atuação dos gaúchos, tanto na base quanto na oposição, a defesa da gestão estadual do Porto de Rio Grande e o talento do presidente da Casa para superar tumultos e baixarias.
Ao final, o que vi foi que a votação aprovada para melhorar a situação dos portos brasileiros não resolverá os problemas de logística do Brasil, tampouco acabará com as filas no escoamento da produção. Mas, por agora, serviu para nós, espectadores, conhecermos mais sobre como funciona nossa política nacional.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Artigo: "A ascensão do governador" - um alerta a @tarsogenro


O pior cego é aquele que não quer ver. O dito popular serve, em muito, para o momento que vivencia o governo do Estado. Talvez seja hora de “observar a floresta de cima do monte”.
Como muitos dos gaúchos, a carreira política do atual governador iniciou no meio estudantil. Foi vereador pelo MDB, vice-prefeito, secretário, prefeito, ministro da Educação, Relações Institucionais e Justiça, e também presidente nacional do Partido dos Trabalhadores. Currículo não lhe falta.
No primeiro turno de 2010, elegeu-se prometendo melhorias na Educação, Saúde e Segurança – a praxe entre candidatos. Além disso, um possível alinhamento com o governo federal facilitaria investimentos e crescimento do Rio Grande. Ao assumir, compôs um governo de coalizão, com vários partidos integrando o Executivo e ampla base na Assembleia. Estava pavimentado o caminho para o sucesso.
Já no início da administração, o Executivo adota prática semelhante à União – que se vale de Medidas Provisórias para acelerar a tramitação legislativa – e encaminha seus projetos em regime de urgência. Reorganiza e cria secretarias e quadro de pessoal. Valendo-se da popularidade recém-conquistada e de uma oposição fraca, deu forma e “cara” ao novo governo.
Passados cem dias, uma das promessas de campanha bateu à porta do Piratini: o piso nacional do magistério. Entidade forte, o CPERS cobrou o cumprimento do discurso. Sem alternativa, o RS e outros estados tentaram, via judicial, descumprir a obrigação. Não funcionou. Desdobramento recente, o Supremo de Joaquim Barbosa indeferiu o pedido.
Não foi a primeira derrota do Piratini, que tem buscado o Judiciário para resolver problemas administrativos. Não obstante, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) está de olho na Receita Pública, cobrando aplicação de recursos, desde os 12% constitucionais da Saúde à recomposição do famoso caixa único.
Na Segurança, a mudança no critério de promoções da Brigada Militar acirrou idiossincrasias da corporação. Houve perda de recurso federal para a execução de projetos como a construção de presídios. Diante da inércia e imobilidade na área, o secretário da pasta balança no cargo.
A casa está bagunçada. Exemplo sintomático, o secretário de Infraestrutura abandonou o navio, alvejado pelo fogo amigo. E há outros, por desejo próprio, com o pé na rua. Para piorar, existe risco de recessão, e o RS pode ser a Grécia do Brasil, como alertou o economista Darcy Carvalho dos Santos, em recente artigo de Zero Hora.
Há, ainda, a dívida com a União e com os pedágios, o investimento em estradas, os precatórios, contratos do DAER e um sem-fim de “pontas” soltas. Tudo com “um olho no Estado e outro em 2014”.
Ou o governador costura uma mudança radical ou resta esperar pela queda.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Em @zerohora: Sobre a estatal dos pedágios e entrevista com @betoalbuquerque


Beto Albuquerque, secretário de Infraestrutura

Enquanto o governador avalia na Europa o projeto que será encaminhado à Assembleia, o secretário de Infraestrutura, Beto Albuquerque, se dedica em Porto Alegre à forma como a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) irá atuar. Ontem, ao atender ZH por telefone, Beto revelou que a concessão de estradas a empresas privadas – que será interrompida com a nova estatal – pode retornar ao Estado mais adiante.

ZH – A EGR vai terceirizar obras e serviços. Por que este modelo será melhor do que o atual, em que a manutenção das rodovias já é feita por concessionárias?

Beto –
 A estatal vai depender das próprias pernas para sobreviver. A receita virá com as tarifas de pedágios e, a partir daí, a estatal decide onde e quando vão ocorrer as obras. Nenhuma empresa vai ficar mamando nas tetas do governo dando prejuízo.

ZH – O Univias (consórcio que administra três polos de pedágio) poderia participar dessa terceirização?

Beto –
 Em um primeiro momento, não vamos licitar concessões, vamos contratar serviços. O Univias poderá disputar licitações se, futuramente, a estatal decidir pela concessão das rodovias. Pode haver concessão mais para frente. Mas com contratos diferentes: o modelo atual é com bases erradas.

ZH – Deixaria, então, de ser modelo comunitário?

Beto –
 Sim. Comunitário é quando a administração direta faz a gestão. Mas isso (uma decisão sobre novas concessões das rodovias) leva tempo, vai demorar. O fato é que os contratos se encerram em 2013 e, a partir de janeiro de 2014, as estradas não podem estar abandonadas.

Tarso conclui desenho da estatal

Em viagem a Portugal, equipe do governador definiu os  detalhes do projeto que cria a EGR, empresa que assumirá as praças
Foi em Portugal que a nova estatal gaúcha ganhou forma – e ganhou até nome. Enquanto o governador Tarso Genro cumpria agendas na Europa, uma equipe trabalhava ontem no controverso projeto que chegará à Assembleia no início da próxima semana.
Batizada de Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), a empresa responsável pela administração dos pedágios será uma sociedade anônima – modelo que, segundo o governo, agilizaria o processo de licitações. O Piratini deverá abandonar a adoção de tarifa única nas praças: a intenção é calcular os valores a partir do movimento de veículos e da necessidade de investimentos em cada polo de rodovias.
– Além de acabar com a tarifa única, queremos baixar o valor atual (R$ 6,70) pela metade. O valor exato dependerá de estudo técnico – disse em Lisboa o chefe da Assessoria Superior do Governador, João Victor Domingues.
No projeto que propõe a criação da estatal, algumas brechas devem provocar polêmica. O texto não esclarece, por exemplo, qual será o tamanho da estrutura – não informa o número de funcionários nem suas remunerações. Essas definições, segundo a proposta, serão fixadas por um estatuto.

Modelo escolhido dá rapidez aos processos de licitação

A administração de 1,8 mil quilômetros de estradas, hoje a cargo de concessionárias, vence em 2013. Enquanto o consórcio Univias, detentor de 60% das rodovias pedagiadas, reclama de uma dívida bilionária e pressiona pela renovação dos contratos, o governo decidiu criar uma estatal para assumir os pedágios.
– Só que para o governo avançar em qualquer coisa, primeiro precisa quitar esse passivo – afirma o advogado do Univias, Ricardo Breier.
A EGR deverá terceirizar serviços de bilhetagem, manutenção e obras. Para facilitar os processos de licitação, o governo optou por uma sociedade anônima. Segundo o secretário de Infraestutura, Beto Albuquerque, esse modelo de empresa permite que ela própria decida e execute seus projetos:
– É diferente das autarquias, em que uma licitação precisa ser feita diretamente pelo Estado, passando pela Central de Compras. Quando a própria empresa faz a licitação, o processo pode ser quatro meses mais rápido.
daniel.scola@rdgaucha.com.br
paulo.germano@zerohora.com.br
DANIEL SCOLA E PAULO GERMANO

O que diz o projeto

CAPITAL SOCIAL

- A Empresa Gaúcha de Rodovias será uma sociedade anônima de capital fechado – ou seja, não terá ações negociadas em bolsas de valores – vinculada à Secretaria de Infraestrutura.
- O Estado terá propriedade de todas as ações ordinárias da empresa. No máximo 10% do capital poderá ser dividido com autarquias, sociedades de economia mista, empresas públicas ou pessoas jurídicas de direito público interno.
- Portanto, não haverá participação da iniciativa privada nas ações da estatal.

DIRETORIA

- A empresa será dirigida por um conselho de administração e uma diretoria executiva.
- Os três membros da diretoria executiva (presidente, diretor administrativo e diretor técnico) serão nomeados pelo governador. Deverão ter reputação ilibada e experiência na área.
- O conselho de administração será composto pelo presidente da estatal e outros seis membros – quatro serão indicados por secretarias de Estado, um pelos Coredes e um pelos acionistas minoritários.

FUNCIONÁRIOS

- A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) vai reger as contratações. Há um prazo de 24 meses, a partir da instalação da estatal, para realização de concurso público.
- O número de funcionários será fixado pelo estatuto da empresa, que deverá ser publicado pelo governo após a aprovação da lei por parte da Assembleia. O conselho de administração definirá a remuneração, com aprovação do governador.
- Até que o quadro de pessoal seja estruturado, a Secretaria de Infraestrutura convocará servidores do Estado para trabalhar na estatal. Podem ser efetivos, CCs ou pessoas com função gratificada.

terça-feira, 27 de março de 2012

No @congemfoco: Saiba qual deputado do RS trocou o Legislativo pelo Executivo


Quem trocou o Legislativo pelo Executivo

Desde o início da legislatura, 65 parlamentares se licenciaram, em algum momento, para assumir secretarias ou ministérios. Apenas Sérgio Zveiter optou por receber do outro órgão
POR EDSON SARDINHA | 27/03/2012 07:00 
Parlamentares licenciados que atualmente ocupam cargo no Executivo

Deputados
Beto Albuquerque (PSB-RS)
é secretário estadual de Infraestrutura e Logística (licenciado desde 04/02/2011)

Luiz Carlos Busato (PTB-RS) 
é secretário estadual de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano do Rio Grande do Sul (licenciado desde 07/02/2011)

Maria do Rosário (PT-RS)
é ministra da Secretaria dos Direitos Humanos (licenciado desde 02/02/2011)

Maurício Dziedricki (PTB-RS) 
é secretário estadual da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa (licenciado desde 15/02/2011). É suplente.

Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS) 
é ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (licenciado desde 23/08/2011)

Pepe Vargas (PT-RS)
é ministro do Desenvolvimento Agrário (licenciado desde 14/03/2012)

Outros estados:
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – é ministro das Cidades (licenciado desde 06/02/2012)
Aldo Rebelo (PCdoB-SP) – é ministro do Esporte (licenciado desde 31/10/2011)
Alexandre Cardoso (PSB-RJ) – é secretário estadual de Ciência e Tecnologia (licenciado desde 03/02/2011)
Alexandre Silveira (PSD-MG) – é secretário extraordinário de Gestão Metropolitana (licenciado desde 03/02/2011)
Átila Lira (PSB-PI) – é secretário estadual de Educação e Cultura (licenciado desde 03/02/2011)
Betinho Rosado (DEM-RN) – é secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Pesca (licenciado desde 08/02/2011)
Bilac Pinto (PR-MG) – é secretário estadual de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (licenciado desde 03/02/2011)
Carlos Melles (DEM-MG) – é secretário estadual de Transportes e Obras Públicas (licenciado desde 03/02/2011)
Cezar Silvestri (PPS-PR) – é secretário estadual de Desenvolvimento Urbano (licenciado desde 02/02/2011)
Danilo Cabral (PSB-PE) – é secretário estadual das Cidades (licenciado desde 14/02/2011)
Edson Aparecido (PSDB-SP) – é secretário estadual de Desenvolvimento Metropolitano (licenciado desde 03/02/2011)
Gastão Vieira (PMDB-MA) – é ministro do Turismo (licenciado desde 16/09/2011)
Gean Loureiro (PMDB-SC) – é secretário municipal de Governo (licenciado desde 08/11/2011). É suplente
João Rodrigues (PSD-SC) – é secretário estadual da Agricultura (licenciado desde 01/03/2011)
Jorge Bittar (PT-RJ) – é secretário municipal de Habitação (licenciado desde 03/02/2011)
José Aníbal (PSDB-SP) – é secretário estadual de Energia (licenciado desde 03/02/2011)
Júlio Lopes (PP-RJ) – é secretário estadual de Transportes (licenciado desde 01/03/2011)
Júlio Semeghini (PSDB-SP) – é secretário estadual de Gestão Pública (licenciado desde 02/02/2011)
Leonardo Vilela (PSDB-GO) – é secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (licenciado desde 09/02/2011)
Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) – é secretário estadual da Fazenda (04/02/2011)
Magela (PT-DF) – é secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação (licenciado desde 04/02/2011)
Márcio França (PSB-SP) – é secretário estadual de Turismo (licenciado desde 03/02/2011)
Maurício Rands (PT-PE) – é secretário estadual de Governo (licenciado desde 15/02/2011)
Nárcio Rodrigues (PSDB-MG) – é secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (licenciado desde 02/02/2011)
Nilson Pinto (PSDB-PA) – é secretário especial de Promoção Social e foi secretário estadual da Educação (licenciado desde 02/02/2011)
Paulo Bornhausen (PSD-SC) – é secretário estadual de Desenvolvimento Econômico Sustentável (licenciado desde 01/03/2011)
Paulo Tadeu (PT-DF) – é secretário de Governo (licenciado desde 04/02/2011)
Pedro Fernandes (PTB-MA) – é secretário de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (licenciado desde 05/04/2011)
Pedro Paulo (PMDB-RJ) – é chefe da Casa Civil do governo do Rio de Janeiro (licenciado desde 09/02/2011)
Rodrigo Garcia (DEM-SP) – é secretário estadual de Desenvolvimento Social (licenciado desde 02/05/2011)
Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) – é secretário municipal de Assistência Social (licenciado desde 01/03/2011)
Rui Costa (PT-BA) – é secretário da Casa Civil do governo da Bahia (licenciado desde 05/01/2012)
Sérgio Zveiter (PSD-RJ) – é secretário estadual de Trabalho e Renda (licenciado desde 23/03/2011)
Silvio Torres (PSDB-SP) – é secretário estadual de Habitação (licenciado desde 09/02/2011). É suplente.
Thiago Peixoto (PSD-GO) – é secretário estadual de Educação (licenciado desde 02/03/2011)
Vilmar Rocha (PSD-GO) – é chefe da Casa Civil do Governo de Goiás (licenciado desde 09/02/2011)
Senadores
Edison Lobão (PMDB-MA) – é ministro de Minas e Energia (licenciado desde 02/02/2011)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) – é ministro da Previdência Social (licenciado desde 03/02/2011)
Gleisi Hoffmann (PT-PR) – é ministra da Casa Civil (licenciada desde 14/06/2011)
João Alberto (PMDB-MA) – é secretário-chefe de Programas Especiais da Casa Civil do Governo do Maranhão (licenciado desde 30/09/2011)
Marcelo Crivella (PRB-RJ) – é ministro da Pesca (licenciado desde 06/03/2012)

Parlamentares que se licenciaram para ocupar cargos no Executivo, mas já reassumiram o mandato no Congresso
Deputados
Afonso Florence (PT-BA) – foi ministro do Desenvolvimento Agrário em 2011 (licenciado entre 02/02/2011 e 14/03/2012)
Armando Vergílio (PSD-GO) – foi secretário estadual das Cidades (licenciado entre 01/03/2011 e 01/08/2011)
Asdrubal Bentes (PMDB-PA) – foi secretário estadual da Pesca (licenciado entre 03/02/2011 e 29/08/2011)
Eliene Lima (PSD-MT) – foi secretário estadual de Ciência e Tecnologia (licenciado de 02/02/2011 a 26/10/2011)
Emanuel Fernandes (PSDB-SP) – foi secretário estadual de Planejamento (licenciado de 02/02/2011 a 18/11/2011)
Iriny Lopes (PT-ES) – foi ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (licenciada de 02/02/2011 a 24/02/2012)
João Leão (PP-BA) – foi chefe da Casa Civil da Prefeitura de Salvador (licenciado de 16/03/2011 a 15/03/2012)
Leonardo Picciani (PMDB-RJ) – foi secretário estadual de Habitação (licenciado de 08/02/2011 a 18/11/2011)
Luiz Pitiman (PMDB-DF) – foi secretário estadual de Obras (10/02/2011 a 29/07/2011)
Luiz Sérgio (PT-RJ) – foi ministro da Secretaria de Relações Institucionais (licenciado de 02/02/2011 a 02/03/2012)
Marco Tebaldi (PSDB-SC) – foi secretário estadual de Educação (licenciado de 02/03/2011 a 01/03/2012)
Mário Negromonte (PP-BA) – foi ministro das Cidades (licenciado de 02/02/2011 a 03/03/2012)
Pedro Henry (PP-MT) – foi secretário estadual de Saúde (licenciado de 02/02/2011 a 16/11/2011)
Pedro Novais (PMDB-MA) – foi ministro do Turismo (licenciado de 02/02/2011 a 16/09/2011)
Walter Feldman (PSDB-SP) – foi secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação (licenciado de 15/02/2011 a 03/01/2012)
Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) – foi secretário estadual de Proteção e Desenvolvimento Social (licenciado de 02/02/2011 a 01/09/2011)
Zezéu Ribeiro (PT-BA) – foi secretário estadual de Planejamento (licenciado de 02/02/2011 a 12/03/2012)
Senador
Alfredo Nascimento (PR-AM) – foi ministro dos Transportes (licenciado de 06/01/2011 a 07/07/2011)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Com @betoalbuquerque, @deputadamanuela tem 72% dos votos de @mariadorosario

Mantidas as votações de 2010, Beto e Manuela têm 130 mil votos. Ambos já estão calejados na disputa, e o discurso da oposição, de que "ela é muito jovem ainda", não vai mais colar na população.

Quando disputaram "contra" Maria do Rosário, ela fez apenas 179 mil votos. Agora como ministra, não deve concorrer, e o PT não tem nome forte a apresentar.

Para o PSB, ser vice de @tarsogenro e da @deputadamanuela pode ser o mais perto que já estiveram do círculo de poder no RS, e ainda podem manter as cadeiras na Câmara e na AL.

Não acredito que o @betoalbuquerque termine seu "mandato" como secretário. Se derrotado em uma eventual composição para a disputa da capital, ainda pode voltar a ser Deputado Federal. Cargo para o qual, de fato, foi eleito.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Pro-MINF para @betoalbuquerque no governo de @tarsogenro

O PSB pode até achar pouco, mas a secretaria de Infra-estrutura e Logística é o corpo do novo governo. Em comparação às demais, tem participação e influência direta ou indiretamente. Basta ver suas vinculadas, DAER, CEEE, DAP, CRM, SPH, SULGAS e Porto de Rio Grande.

Todo e qualquer projeto de melhoria física do Estado vai passar pela Secretaria. As obras da Copa, vão passar pela secretaria.

Se a "tranversalidade ativa" de @tarsogenro não impedir uma boa gestão por parte do futuro secretário, @betoalbuquerque está com a faca e o queijo na mão.

Se isso é verdade. Por que houve atrasos e falhas na gestão da atual Governadora? Modernidade!
(Desconsideremos alguns problemas com corrupção enfrentados pelo governo)

Quando foi secretário,  Beto procurou implantar o PIT (Programa Integrado de Transportes). A idéia era simples, procurava ouvir universidades, população, prefeitos, orgãos e entidade da área e traçar diretrizes para, na época, a Secretaria dos Transportes.

Passados oito anos do Governo Olívio, o desafio agora é colocar essa idéia em prática, adaptando-a a atual secretaria e suprindo eventuais falhas de gestão.

Como?

Seguindo a cartilha do discurso de @tarsogenro, que promete ter uma gestão moderna, com papel de destaque para a Tecnologia da Informação.

Albuquerque tem o desafio de criar o Pro-MINF, um Plano (Programa) de Modernização da Infra-estrutura, que deverá modernizar processos, valer-se da Procergs, do PIT da antiga Secretaria dos Transportes, de ferramentas modernas de tecnologia, da desburocratização com transparência e, acima de tudo, da vontade política de governar para o Estado.

Com isso, todo o RS e o governo poderão, a partir de um modelo de gestão moderna, colocar de novo o Rio Grande em destaque nacional.

Claro que não é só esse o papel do secretário, mas, com certeza, é um passo a ser dado. E logo... para servir de exemplo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Zero Hora: e agora, @betoalbuquerque, será que o Ciro pára de acreditar no PT?

SEM ESPAÇO

Ciro fica de fora do governo de Dilma

Cotado para ocupar algum cargo na cota do PSB, o deputado Ciro Gomes está fora do governo Dilma. A cota do PSB ficou fixada em dois ministérios – Integração Nacional e a nova pasta de Portos e Aeroportos –, e não três como queria a cúpula.

– Ciro registra que gosta muito da Dilma, que está torcendo por ela e estará às ordens para contribuir, mas que, agora, não deverá assumir um ministério – disse ontem o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), irmão de Ciro.

O governador não quis detalhar a conversa, mas um dos dirigentes socialistas que também se reuniram com Dilma e Palocci em seguida revela o motivo da desistência de Ciro.

– Ele aceitaria o desafio da Saúde, mas como esta pasta já está compromissada, ele não aceitou voltar para a Integração Nacional.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

E se o @betoalbuquerque não assumir a Secretaria?

No caso de vir a ser Ministro, em um possível governo de Dilma, a secretaria de infra-estrutura deve permanecer com o PSB. Neste caso, são aptos a assumir o vereador de Passo Fundo @EngZeEurides e @carlosorling, ex-coordenador da Bancada do PSB na AL. Ambos já integraram a Secretaria dos transportes quando Beto foi secretário.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Atualização: O Primeiro Escalão de @tarsogenro

Vou praticar meu exercício de análise ao decorrer do mês


É importante salientar que alguns nomes serão aproveitados em setor diferente do que sugiro, uma vez que alguns secretáriaveis tem perfis que contemplam mais de uma área.
Outro detalhe é que os nomes são propostos conforme informações em off  de integrantes dos partidos.

Atualização 21/10


PDT
O caso do PDT é peculiar, porque as eleições deixaram claras as idiossincrasia dos trabalhista. A participação no governo de @tarsogendo vai seguir a mesma linha: tentar acomodar insurgentes e emergentes. Pelo PT, vale a proximidade dos eleitos, que podem ceder vagas a deputados mais alinhados às ideologias e propostas petistas, tanto na Câmara quando na Assembléia.

Cláudio Janta
Perfil sindicalista, muito adequado ao ideário petista. Se for para o governo, pode inclusive deixar o PDT.

Giovani Cherini
Articula-se, como outros pedetistas a fazer parte das hostes governistas. O perfil cooperativista vai ao encontro de uma das propostas de Tarso durante a campanha. Sua presença no executivo, abre vaga para o Afonso Motta, também secretáriavel.


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Atualização 18/10
PP
Diogo Paz Bier
em 5 de outubro, tuitei: RT @cleimobil se o @tarsogenro compuser com o PP, o Diogo Paz Bier pode virar secretário ou ir para o 1º escalão
Pra quem não sabe, Diogo Paz Bier é Mano Changes, que está no PP por acaso. É a ultra-esquerda da agremiação.

PT
Carlos Pestana
Um dos coordenadores da campanha de Tarso. Articulado e com transição entre os partidos. Sem o revanchismo partidário, pode ocupar a SGG, caso essa se mantenha. A Casa Civil não é o perfil que a ala petista de tarso está acostumada.

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PSB 
Heitor Schuch
Candidatíssimo a Secretário da Agricultura. Tem inserção em todos os movimentos, seja do pequeno produtor aos órgão de representatividade e agronegócio

@Beto_Grill
Saude. Montou o discurso do @tarsogenro pra área da saúde. Tem perfil protagonista para o executivo. Dificilmente ficaria com um papel de sombra e vice.

@BetoAlbuquerque
 Pau pra toda obra. Articulador da participação do PSB em âmbito governamental estadual e nacional. Já foi secretário do Olívio. Pode ser o homem forte de @tarsogenro e incorporar funções de SGG, Planejamento e Infraestrutura

@MikiBreier
Educação. Já foi prefeito, secretário, tem foco na área. Pode vir a ser chamado caso Heitor não aceite.

PC do B
Jussara Conny
Tapa furo em quaquer lugar. Teve passagem questionável pelo GHC. Seria mais  uma recompensa por sua fidelidade ao PT. Peça chave para que o Heitor (ou outro nome do PSB) seja secretário. Sem essa composição, o PSB perde bancada na Assembléia.

Casamento
As composições de primeiro escalão do PSB e do PCdoB se darão de forma a garantir que o PSB não perca bancada. Caso Beto vire secretário. O PSB mantém bancada na Câmara. O 1º Suplente é Luiz Noé.

Segurança
. Não penso que o PT confie em qualquer órgão de segurança do Estado para indicar um de seus integrantes a Secretário. Por sua proximidade do @tarsogenro com a PF e pelo prestígio: Ildo Gasparetto.