Mostrando postagens com marcador deputada Manuela. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador deputada Manuela. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 2 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Artigo: Votar em quem ou em quê?
As eleições deste ano têm surpreendido a todos. Não pelo surgimento de um provável estadista, tampouco pela propositura de grandes projetos e ideias, mas pelo pragmatismo de partidos e candidatos.
Nessa semana, o ex-presidente Lula, no intuito de tentar eleger seu candidato em São Paulo, articulou coligação (e posou para fotos) com o ex-governador Paulo Maluf, político brasileiro que figura entre os mais procurados em todo o mundo pela Interpol (Polícia Internacional).
O fato provocou alvoroço entre partidos, militantes e eleitores. Afinal, vale à pena, pela conquista de poder, fazer qualquer tipo de aliança? Seja por espaço na TV, obtenção de recursos financeiros ou barganhas de cargos, pode-se deixar de lado as ideologias partidárias?
No caso de Porto Alegre, mais por questões ideológicas entre as siglas – pela própria característica do debate político dos gaúchos –, tivemos a oportunidade de acompanhar, numa espécie de prévia, o apoio não concretizado de um partido tipicamente de direita a um partido de esquerda, comunista.
Nesse processo, debateu-se, também, apoiar o atual prefeito da capital, pertencente a uma sigla mais ao centro. Mas o que caracteriza esse posicionamento entre centro, direita e esquerda? Os estatutos e programas partidários, por certo!
Simples, mas nem tanto. Nacionalmente, acabamos de chegar ao trigésimo partido registrado. Nesse contexto, como o eleitor pode identificar, com clareza, quais as principais características de cada um? Diretamente, através de seus representantes, candidatos e ocupantes de cargos. Ou nem assim?
Esquerdismos à parte, uma eleição não deve significar unicamente a implantação de um projeto de “ditadura do proletariado” ou, no caso da direita, um programa liberal ou conservador, exclusivamente. São dias de sincretismo político.
Exemplo: o governo Lula pautou-se pela socialdemocracia, o assistencialismo e a caracterização de um modelo em que ele mesmo disse que não existiria mais direita e esquerda. A meu ver, é este o caminho a que se dirige nossa política. Mas a que preço?
Não fosse o baixo nível de alguns “abraços” que precedem a campanha eleitoral e as exceções nas políticas de aliança, perceberíamos facilmente que vivemos tempos de democracia moderna.
Temos senadores e deputados que já tiveram seus mandatos cassados e voltaram a ser eleitos. Corre, no Congresso Nacional, uma CPI Mista que procura apurar corrupção envolvendo desde governadores a integrantes de instituições públicas e privadas em vários níveis.
Seria a corrupção o reflexo do pragmatismo político transformado em fisiologismo ao se obter o poder? Talvez, pois o passo após a eleição é a formação da “base aliada”, a busca pela governabilidade.
Nada disso tem a ver com a dicotomia entre esquerda e direita, mas em ser oposição ou fazer parte do governo, sua composição e projeto. Tem a ver, principalmente, com essa dita governabilidade que pode transformar opositores em aliados.
Mas o que existe, de fato, é a necessidade de se atender a quem elege: o eleitor! A população! Em síntese: Votamos no quê? Votamos em quem?
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Em gráfico: juntos, @marchezan_ e @depPauloBorges podem complicar a vida de @adaovillaverde
Deixados em segundo plano pela imprensa, o Deputado Estadual Paulo Borges (DEM) e o Deputado Federal Nelson Marchezan (PSDB) vêm consolidando seus índices junto às pesquisas.
Mesmo na média (soma dos dois candidatos/dois), alcançam índices alternados acima do obtido por Villaverde e, em todos os cenários, dentro da margem de erro.
Fonte
Sobre coligações proporcionais em PoA (@correio_dopovo e @TalineOppitz)
Coligações proporcionais em negociação
Os partidos que apoiam a pré-candidatura de José Fortunati à reeleição estão intensificando as negociações em torno das coligações proporcionais. O martelo em torno da definição somente poderá ser batido após a decisão do PP, dia 11, mas alguns cenários já estão se consolidando. Em princípio, o PDT concorrerá aliado ao PRB. Outra frente será composta por PPS, PMN, PT do B, PRP e PRTB; e o PTB deve concorrer sozinho. Caso o PP integre aliança, deve se unir na proporcional com o PMDB ou ainda com o PDT.
Fonte
Os partidos que apoiam a pré-candidatura de José Fortunati à reeleição estão intensificando as negociações em torno das coligações proporcionais. O martelo em torno da definição somente poderá ser batido após a decisão do PP, dia 11, mas alguns cenários já estão se consolidando. Em princípio, o PDT concorrerá aliado ao PRB. Outra frente será composta por PPS, PMN, PT do B, PRP e PRTB; e o PTB deve concorrer sozinho. Caso o PP integre aliança, deve se unir na proporcional com o PMDB ou ainda com o PDT.
Fonte
Confira a pesquisa completa do @institutoindex para Porto Alegre
Dados pesquisa Index
Período de 31 de maio a 2 de junho de 2012
Margem de erro 3,0%
1.100 entrevistas.
Registro TRE RS-00022/2012.
Fonte
Período de 31 de maio a 2 de junho de 2012
Margem de erro 3,0%
1.100 entrevistas.
Registro TRE RS-00022/2012.
Fonte
segunda-feira, 4 de junho de 2012
2000/2008 - Em gráfico, análise dos votos nas principais legendas partidárias, em Porto Alegre
2000 a 2008: votação na legenda dos principais candidatos a pref. Porto Alegre @adaovillaverde @josefortunati @deputadamanuela @marchezan_ @deppauloborges
Clique para ampliar
Fonte: www.tre-rs.gov.br
|
|
2000
|
2004
|
2008
|
|
PDT
|
25.406
|
9.558
|
5274
|
|
PMDB
|
9.560
|
6.344
|
42783
|
|
DEM
|
6.823
|
6.706
|
5286
|
|
PP
|
2.364
|
4.390
|
3278
|
|
PSDB
|
15.666
|
1.498
|
5382
|
|
PT
|
64.893
|
40.394
|
42190
|
|
PSB
|
431
|
2.346
|
734
|
|
PC
do B
|
196
|
417
|
14796
|
|
PTB
|
3.838
|
2.091
|
3428
|
|
PPS
|
1.049
|
13.003
|
842
|
|
PHS
|
284
|
186
|
715
|
|
PR
|
954
|
744
|
519
|
|
PSTU
|
1.370
|
1.856
|
2128
|
|
PV
|
3726
|
1.163
|
2843
|
|
|
|
|
|
|
Psol
|
|
|
13759
|
O PSOL de @lucianagenro pode ser a grande revelação na
Câmara de POA, podendo mais que dobrar sua bancada. Em 2008 elegeu 2
vereadores. E fez 13759 votos na legenda
O PDT de @josefortunti reduziu gradativamente sua votação na
legenda. Com candidato próprio, pode recuperar o eleitorado
Nas últimas duas eleições municipais, a votação na legenda
de @adaovillaverde se mantém nos seu atuais índices obtidos nas pesquisas.
A volta de Fogaça, do PPS para o PMDB, dizimou a votação na
sigla de @freire_roberto em 2008
Exceção à regra, em 2004, o PT de @raulpontpt obteve mais
votos na legenda que o prefeito eleito. Raul havia ganho o 1º turno.
A maior votação na legenda, nas eleições municipais de POA,
se deu com o PT de @tarsogenro, em 2000, com 64.893
Apesar de ter caído a 1/10 da votação obtida na legenda
2000/2004, o PSDB de @marchezan_ recuperou-se em 2008, com candidatura própria
O protagonismo de @anaamelialemos nas eleições de POA pode
turbinar a votação na legenda, que não foi o forte do partido (PP) entre 2000/2008
Com candidatura própria, o PCdoB de @deputadamanuela
multiplicou por 75 a votação na legenda de 2000/2008
Observações:
|
|
2000
|
2004
|
2008
|
|
prefeito
eleito
|
Tarso
Genro
|
Fogaça
PPS
|
Fogaça
PMDB
|
|
2003
|
PPB=PP
|
|
|
|
2006
|
PR=PL+PRONA
|
|
|
|
2007
|
PFL=DEM
|
|
|
|
2004
|
Psol
|
|
|
|
corte
|
<1000 nas 3 eleições
|
||
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Em gráfico, índices e médias das pesquisas prefeitura de POA: @adaovillaverde, @josefortunati, @deputadamanuela
Abaixo, gráfico com índices e média das últimas pesquisas realizadas relativas à disputa a prefeitura de Porto Alegre.
Fonte
Fonte
Até a terceira pesquisa, a candidata Manuela aparecia em segundo lugar, dentro da margem de erro. Na última, aparece em primeiro lugar, fora da margem de erro. Esta pesquisa é a que possui maior número de questionários, o dobro.
No intuito de valorizar a participação do candidato da legenda do PT, foi escolhido o cenário respectivo em que este apresenta melhor índice.
O número de questionários e margem de erro se assemelham nas três pesquisas.
Logo, pode-se inferir que, antes das definições do quadro eleitoral e coligações em Porto Alegre, os dois primeiros colocados encontram-se teoricamente empatados, dentro da margem de erro, em todos os levantamentos, se considerada a possibilidade de para mais e para menos.
Uma outra observação é a participação dos candidatos Nelson Marchezan e Paulo Borges, que, apesar de apresentarem baixo índice quando inclusos nos cenários, interferem diretamente nos índices dos demais.
3 Pesquisas
5 Pesquisas
Clique para ampliarFonte
4 Pesquisas
Clique para ampliar
Médias
|
|||
2 PESQUISAS
|
3 PESQUISAS
|
4 PESQUISAS
|
|
Villaverde
|
6,5
|
7
|
6,7
|
Fortunati
|
34,75
|
35,83
|
34,1
|
Maneula
|
29,65
|
30,1
|
32,9
|
Variação
|
|||
2ª/3ª média
|
3ª/4ª média
|
||
Villaverde
|
0,5
|
-0,3
|
|
Fortunati
|
1,08
|
-1,73
|
|
Maneula
|
0,45
|
2,8
|
|
Fonte
Correio do Povo/Instituto Methodus
|
Zero Hora/Ibope
|
VOTO/Vox Populi
|
Methodus
|
Média
|
|
Fortunati
|
33,5
|
36
|
38
|
28,7
|
34,1
|
Maneula
|
31,3
|
28
|
31
|
41,3
|
32,9
|
Villaverde
|
10
|
3
|
8
|
5,7
|
6,7
|
margem de erro
|
4,5
|
4
|
4
|
3
|
3,9
|
Entrevistados
|
600
|
602
|
600
|
1200
|
750,5
|
Cenário
|
cenário 1
|
cenário 2
|
cenário 2
|
estimulada 1
|
Até a terceira pesquisa, a candidata Manuela aparecia em segundo lugar, dentro da margem de erro. Na última, aparece em primeiro lugar, fora da margem de erro. Esta pesquisa é a que possui maior número de questionários, o dobro.
No intuito de valorizar a participação do candidato da legenda do PT, foi escolhido o cenário respectivo em que este apresenta melhor índice.
Avaliações anteriores
Médias com três pesquisas realizadasO número de questionários e margem de erro se assemelham nas três pesquisas.
Logo, pode-se inferir que, antes das definições do quadro eleitoral e coligações em Porto Alegre, os dois primeiros colocados encontram-se teoricamente empatados, dentro da margem de erro, em todos os levantamentos, se considerada a possibilidade de para mais e para menos.
Uma outra observação é a participação dos candidatos Nelson Marchezan e Paulo Borges, que, apesar de apresentarem baixo índice quando inclusos nos cenários, interferem diretamente nos índices dos demais.
3 Pesquisas
Clique para ampliar
Fonte
Correio do Povo - Instituto
Methodus
|
Zero Hora/Ibope
|
VOTO/Vox Populi
|
Média
|
|
Fortunati
|
33,5
|
36
|
38
|
35,8
|
Maneula
|
31,3
|
28
|
31
|
30,1
|
Villaverde
|
10
|
3
|
8
|
7
|
margem de erro
|
4,5
|
4
|
4
|
|
Entrevistados
|
600
|
602
|
600
|
|
Cenário
|
cenário 1
|
cenário 2
|
cenário 2
|
Assinar:
Postagens (Atom)














